

Olime
Ficha Artística
Direção Artística e Espaço Cénico João Branco
Interpretação Eliana Rosa, João Branco, Mynda Guevara
Dramaturgia Marta Lança, Marinho Pina
Desenho de Luz Pedro Fonseca
Figurinos Simone Rodrigues
Fotografia de Cena Queila Fernandes
Fotografia de Promoção Machine
Temas originais Mynda Guevara e Eliana Rosa
Comunicação e Produção Executiva Janaina Alves
Agradecimento Especial Basil da Cunha, Machine, Telma Tvon e Vânia da Luz
Produção Saaraci Coletivo Teatral
Residência Artística Teatro Viriato
Parcerias BUALA Associação Caboverdiana de Lisboa · Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde · Associação Moinho da Juventude · Sporting Clube da Reboleira e Damaia · RDP África
Duração 1h10 minutos
Classificação etária M12
Apoio à Criação República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Sobre o espetáculo
Olime acompanha Maria Isabel, mãe solteira filha de imigrantes, trabalhadora precária da noite e aspirante a cantora, cuja vida é virada do avesso após uma denúncia à CPCJ que desencadeia um processo de vigilância conduzido por um assistente social empático e engajado. Durante a "avaliação inicial" testemunhamos a dificuldade em conjugar os seus sonhos de ser uma cantora com uma maternidade sob suspeita, entre a burocracia e o racismo estrutural português, põe-se em causa a ideia de proteção num Estado que abandona os mais vulneráveis.
COMENTÁRIOS
O fascismo nunca saiu do país dos brancos costumes.
Dizem que o crioulo não é língua. Que é erro. Que é resto. Mas foi com ele e por ele que o bairro ficou de pé quando a cidade fingiu que
não existíamos.
Ele nasceu aqui. Eu nasci aqui. Já me bastou esperar uma vida inteira para ter a cidadania portuguesa. Jurei que o meu
filho não passaria pelo mesmo.












